O candidato ao Senado Davi Davino Filho (Republicanos) criticou, nesta sexta-feira (4), o que classificou como uma tentativa de atrapalhar as investigações relacionadas ao caso do Banco Master. Durante uma carreata em Arapiraca, Davi também comentou a decisão envolvendo o ministro André Mendonça e afirmou que o episódio demonstra, na sua avaliação, a existência de movimentações para dificultar o avanço de uma investigação que considera importante para o país.
“Vocês estão vendo agora o que o sistema está tentando fazer. Jogando tudo ou nada para atrapalhar uma investigação importantíssima”, afirmou Davi. Segundo o candidato, as apurações devem avançar para que eventuais responsáveis por irregularidades sejam identificados e responsabilizados. Ele também criticou o que considera uma tentativa de desviar o foco das investigações.
Na avaliação de Davi, a dimensão do caso pode envolver diferentes setores e segmentos. O candidato comparou o cenário às investigações da Operação Lava Jato e defendeu que as apurações sejam conduzidas de forma ampla e rigorosa. “Isso é uma Lava Jato 2. São vários setores, vários segmentos, todo mundo envolvido”, declarou.
O candidato também ampliou as críticas para a política brasileira e alagoana. Davi afirmou perceber um sentimento de frustração e decepção da população com a política atual e defendeu uma renovação na forma de fazer política. “A gente precisa fazer uma limpa de uma vez por todas na política do Brasil e do Estado de Alagoas”, disse.
A declaração foi feita durante a agenda de Davi em Arapiraca, onde o candidato participou de uma carreata. Ao reforçar sua disposição para seguir percorrendo o estado durante a campanha, Davi afirmou que pretende manter a mobilização até o dia da eleição. “Eu só paro no dia 4 de outubro. Vou fazer de tudo para que a gente possa lutar pelo nosso Estado e pelo Brasil”, afirmou. Ao final, reforçou seu número de campanha: “Agora é 100”.

